sábado, maio 04, 2013

O Tacacá do Pará e seus benefícios

Os ingridientes do tacacá São:
O liquido amarelo é o tucupi. Muito bom para tirar ressaca. O camarão é seco e de rio. Só serve para dar gosto. Jambu é o viagra da amazônia, eu garanto por experiência própria. Quando tomando o tacacá você sente um amortecimento da boca principalmente na língua, é normal e passa rápido. Acompanha uma goma de tapioca que fica misturada ao tucupi. Eu não gosto da goma. 
Após uma farra, de madrugada, vai-se a uma tacacazeira e toma-se um duplo. Mais 24 horas de garantia sem ressaca e com a bateria carregada para o que der e vier. O de Santarém é imbatível.
 Todos os advogados, juízes, desembargadores que se formaram na Faculdade de direito de Belém do Pará tomaram um tacacá na Jurídica. Muito deles não pagaram até hoje. Judith da Cruz Palma, chamada carinhosamente de Jurídica, a mais famosa tacazeira de Belém do pará .  "Vamos no tacacá da Jurídica", são palavras de todos os estudantes da Faculdade de Direito, quando saem das aulas, e se dirigiam a grande banca instalada há décadas em frente daquele local.  De avental imaculadamente branco, desdobrava-se para servir ao grande número de pessoas, que nas quentes tardes belenenses procuram suas iguarias. Além do tacacá, vende vatapá, caruru e grandes pastéis de camarão, tudo condignamente apimentado.

19 comentários:

Anônimo disse...

Que delicia, isto nao exite igual Amooooooooooooo

Raquel Batista Curitiba PR

Anônimo disse...

Tudo o que e de Santarem e maravilhoso...inclusive eu!hehehe...saudade da minha terra natal!

Ediania Lisboa Toronto Canadá

Anônimo disse...

SABOROSO!!! É BOM DE MAIS!!!

Tana Campos Buenos Aires Argentina

Anônimo disse...

atras do camarao, parece um Grilo

Noelia Batista Kaiserslaudern German

Edson Campos E Silva disse...

NOELIA É O JAMBU. MAS SE APARECER UM GRILO EU COMO DO MESMO JEITO ELE QUE SE CUIDE RSRSRSRR

Anônimo disse...

Eu estou ficando com muita vontade de saborear essa guloseima sô.

Itamar Comolimodio Esteves Piracicaba SP

Anônimo disse...

QUE ZOIO, DONA NOELIA BATISTA, TÁ USANDO O TACACÁ DO PARÁ?

Vicente de Oliveira Piracicaba SP

Edson Campos E Silva disse...

Vicente a Noelia é Cearense e mora na Alemanha. A bichinha é cearense boa de olho!!!!

Anônimo disse...

Daí, o pato a tucupi. se a língua não tremer, não tem .... kkk

Pedro R. Silva Piracicaba São Paulo

Edson Campos E Silva disse...

UMA COISA NADA TEM A VER COM O OUTRO PEDRÃO. UNS DIZEM QUE O JAMBU É UM POUCO INDEPENDENTE POR ISSO TREME E AMORTECE

Edson Campos E Silva disse...

ESQUECI DA GOMA DE TAPIOCA QUE É MISTURADA COM O TUCUPI

Anônimo disse...

deve ser bom mesmo!!

CARLOS BOMBEM PIRACICABA SP


Anônimo disse...

Lembro que tomei isso há muitos anos atrás naquela "maravilha" da balsa de Belém pra Ilha de Marajó...Vinha em uma casca de coco. Pra quem tava com uma fome de lascar caiu que nem um veludo!

Só que "todos os dois" camarões eram secos e bem menores que esses da foto.

Carlos Magalhães Weston USA

Edson Campos E Silva disse...

NÃO É CASCA DE COCO, É UMA CUIA UM FRUTO DA CUIEIRA

Anônimo disse...

Meu esposo Lion Régis, ta muito estresadinho aqui em casa, está precisando de um tacacá desse pra se acalmar, kkkkkkk
Pau nele

Socorro Pereira Boa Vista Roraima

Anônimo disse...

Edson
Só para informar que a melhor tacacazeira de Belém, hoje, é a que serve na Av. Nazaré, no calçadão em frente ao Colégio Nazaré, alí junto ao conhecido canto redondo do Tribunal de Contas. Eu garanto, não tem nada parecido em lugar nenhum do mundo. Ademar Amaral

Anônimo disse...

Ah, e faltou dizer que todo bom tacacá vem acompanhado também de uma folha de chicória previamente fervida no tucupi junto com o jambu. Ademar Amaral

Edson Campos E Silva disse...

Exato grande escritor paraense. Em julho vou pegar meu livro autografado

Edson Campos E Silva disse...

Obrigado Ademar. Pessoal Ademar Amaral é meu primo, do Igarapé de Dona Rosa, que era sua avó da cidade de Óbidos no Pará. Já escreveu inúmeros livros sobre o Pará e Amazônia. Conhece a Amazônia em detalhes, e está mais atualizado do que eu nas tacacazeiras atuais.